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A beleza e o tempo

Uma viagem pelos padrões de beleza ao longo dos séculos

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Mesmo que digam ser cultura fútil… Ah, que se danem os que julgam, é uma delícia curiosíssima observar, fuçando aqui e ali, assistindo a clássicos do cinema, como os padrões de beleza mudam.

Querendo ou não, seguimos padrões e estereótipos que podem e tendem a ficar ridículos depois de curto espaço de tempo. Quadris largos, antes uma meta desejável, hoje podem ser considerados, pelos mesmos “alguns”, como “acima do peso”, loucura tipicamente humana.

Tudo pode mudar

O século 20 ilustra bem nossa noção mutante do que é belo, principalmente nas mulheres. No início dos anos 1900, prostitutas comiam biscoitos com arsênico (é, é isso mesmo) para ficar com a pele branca como papel. As coxas voluptuosas e cabelos platinados da bombshell Marilyn Monroe também foram hits mundiais, apesar de que ainda caem muito bem, especialmente se formos em contrapartida do relógio e percebermos que pessoas acham o derriére de Kim Kardashian algo razoável hoje em dia.

Mas, falemos mais de século 20. Eram as atrizes de Hollywood e todo seu glamour que ditavam o look ideal. Quem não queria se parecer com Monroe ou a igualmente linda Rita Hayworth? E, algumas décadas mais tarde, curvas, cabelos e casacos de pele foram facilmente substituídos pelo shape de supermodelos, a começar pela magérrima Twiggy, até o absurdo estético, nos anos 1990, da onda “heroin chic”, encabeçada por Kate Moss e que, convenhamos, de chique tinha bem pouco. Sobre modelos desse patamar, ao que parece, Gisele deve continuar por um bom tempo como exemplo de perfeição física, só não sabemos até quando.

Bonitos para sempre

Os homens também passam por mudanças, mas, curiosamente, no que se relaciona à moda, com seus shapes e tamanhos, e não tanto ao físico. A relação do que acham bonito no sexo oposto, sim, é que sempre se transforma, endossando que a beleza está mesmo nos olhos de quem a vê.

O que será no futuro sempre é uma incógnita. Existem belezas que são eternas, em seus auges, independentemente de décadas (é delicado falar assim, mas…). Marlon Brando, Lana Turner, Liz Taylor, para mencionar alguns. E não dizia assim a música: “toda mulher é meio Leila Diniz?” Provavelmente não, mas, aquele ideal, sim, era algo que todas queriam.

Seja do seu jeito

Independentemente do padrão da época, o importante é que você se sinta bem do jeito que é. Cultivar o amor próprio nem sempre é fácil, mas quando conseguimos colocar em prática nos sentimos muito mais felizes e confortáveis ao encarar o espelho.

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