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Cafeterias especiais revolucionam o pretinho básico

Nesses estabelecimentos, o cliente escolhe o grão de café, o método de extração e o tipo da torra.

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Não é de hoje que os brasileiros amam café. Mas, apesar de nossa paixão pela bebida, não passávamos do pretinho básico. Não faz muito tempo, apenas os grãos de pior qualidade ficavam em território nacional e a versão coada era a única disponível, do boteco ao restaurante chique. Tudo começou a mudar com a popularização do café espresso – era a segunda onda das cafeterias, movimento que chegou ao Brasil nos primeiros anos da década de 2000. Estabelecimentos pioneiros, como o Suplicy Cafés Especiais e o Santo Grão, ambos inaugurados em São Paulo, em 2003, passaram a divulgar conceitos novos, como o de cafés especiais, plantados e beneficiados com cuidados de artesão. Agora, essa fase de descobertas também ficou para trás – é o momento das cafeterias da terceira onda, que surgiram na Europa e nos Estados Unidos e começam a ganhar força por aqui.

Nesse tipo de estabelecimento, é impossível pedir apenas um café. Dá-se ao cliente a possibilidade de escolher a origem do grão, o método de extração e até o perfil da torra, o que só é possível porque as cafeterias da terceira onda compram os grãos verdes e fazem a torra dos pequenos lotes dentro de casa. Em geral, comerciantes, baristas e produtores trabalham alinhados com o intuito de desenvolver experiências sensoriais cada vez mais ricas. Trata-se de uma mudança tão profunda na forma de o brasileiro tomar o cafezinho de todo dia que já se notam reflexos nos números de exportação – hoje, 40% da produção brasileira já fica no mercado local.

Embora os cafés classificados como gourmet ocupem cada vez mais espaço nas gôndolas dos supermercados – as 230 marcas respondem por 8% das vendas nas redes de supermercados, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) –, os grãos disponíveis nas cafeterias da terceira onda nunca chegam ao mercado convencional. São cafés sem marca, identificados apenas pelos nomes dos produtores, que chegam muitas vezes em quantidades mínimas, os chamados microlotes. E os brasileiros já chegaram às cafeterias internacionais. Casas como as americanas Chromatic Coffe, em San Jose, e Kaldi’s Coffee, em St. Louis; europeias como a Johan & Nyström, nos arredores de Estocolmo, e Tim Wendelboe, em Oslo; e as australianas Seven Seeds e Proud Mary Coffee, ambas em Melbourne, volta e meia adquirem grãos de produtores brasileiros.

No Brasil, as cafeterias da terceira onda se espalham pelos grandes centros. Confira onde estão algumas delas:

O PAULO

Coffee Lab (coffeelab.com.br)

Santo Grão Oscar Freire (santograo.com.br)

Urbe Café (www.urbecafe.com.br)

RIBEIRÃO PRETO (SP)

Grassy Spazio Caffè (www.grassycafe.com.br)

BRASÍLIA

Ernesto Cafés Especiais

(facebook.com/ErnestoCafesEspeciais)

CURITIBA

Lucca Cafés Especiais (luccacafesespeciais.com.br)

BELO HORIZONTE

Academia do Café (www.academiadocafe.com.br)

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