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Do old ao cool

Entenda a febre dos discos de vinil

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A rapidez com que a tecnologia evolui é algo surpreendente. Novidades perdem este título em um piscar de olhos e a gama de opções para substituí-las é cada vez maior.

Em outros tempos, os LPs (para os mais novos, abreviação de ‘Long Play’) foram instrumentos revolucionários para se curtir música – desde os primeiros, feitos de uma massa pesadona, até o vinil, como também são chamados os tais discos. Mais tarde vieram as fitas cassete, os CDs, minidiscs, o mp3 e, finalmente, e até não sabemos quando, o streaming, popular hoje pelo Spotify.

Embora a tecnologia vá evoluindo de forma que muita gente acaba por não conhecer o que se usava há tempos atrás, esse não é o caso dos discos de vinil, LPs, bolachas, ou como queira chamar.

Não é de hoje que a febre pelo revival deles ganha mais e mais fãs mundo afora. O cantor Ed Motta não faz parte da onda atual. Isso porque coleciona, e, obviamente, escuta, quase 30 mil deles, a ponto de quase não ter espaço físico para guardá-los em um só apartamento. “Tenho até no banheiro, na cozinha…”, ele conta. Outro colecionador notório, a propósito, considerado o maior do mundo pelo New York Times, é brasileiro. Conhecido como “Zero Freitas”, o empresário tem o surreal número de 4 milhões e meio de títulos. Espaço, provavelmente, não é um problema para ele.

Mas, voltando à febre. A indústria fonográfica, que não é boba nem nada, voltou a produzir discos. Artistas apoiam, e é fácil encontrar artigos sobre preciosidades milionárias, como o ‘Álbum Branco’, número 0000001, dos Beatles, que Ringo Starr leiloou e levou 790 mil dólares, ou o ‘ God Save the Queen’, dos Sex Pistols, avaliado em cerca de 50 mil reais. Porque há quem compre.

Quem não viveu os tempos de ouvir música na vitrola, pular faixas, dar um jeitinho nos riscos – porque tem isso – colocando um pesinho no braço da agulha ou ouvir o chiado característico, entre outras coisas, pode (e deve) se dar a esse prazer. Seja com discos antigos, ou com os lançados atualmente.

Afinal, estamos falando de outra qualidade de som, melhor ou não, mas diferente. Porque é físico, é charmoso, cultural. Nada se compara a ouvir um Dave Brubeck ou Chet Baker no vinil. Ou Nirvana, Gretchen, isso quase não importa. O importante é curtir a experiência desse jeito de ouvir música e ainda se sentir cool seguindo as tendências.

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